Uma das coisas que mais me irritam nas pessoas é a tal da hipocrisia. E ultimamente tenho convivido muito com isso, infelizmente.
Não sei se é quando a idade começa a chegar ou se isso já é inerente ao ser humano ''vítima'' desse comportamento, só sei que uma hora ou outra a tal hipocrisia aparece. E junto com ela um pensamento que eu abomino: ''faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.'' Caramba! Quando vão entender que o verdadeiro aprendizado vem pelo exemplo, e não por meras palavras que não condizem com as atitudes?
Enfim, espero que esse tipo de comportamento já faça parte do ser humano que o apresente e não venha com a idade, como sugeri anteriormente. Caso contrário, tenho medo de envelhecer.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Verão, calor e... documentário!
Oi! Então, esse blog foi criado há um certo tempo e eu, como sempre, me esqueci dele. Vou postar textos semanalmente (ainda não sei que dia da semana, talvez terça-feira mesmo). O texto de hoje vai ser uma espécie de mistureba de coisas que tenho pensado pra colocar aqui. Eu sou estudante universitária e estudo numa universidade federal. Não, não estou me gabando, até porque estudante de federal não tem motivo nenhum pra se gabar agora: aulas em Janeiro não é legal. Disse isso porque preciso explicar o quanto acho ridículo esse povo reclamando no fb o fato de terem aulas em Janeiro. Na minha timeline tá chovendo coisinhas do tipo ''quero praia'', ''não quero aula'', ''quero dormir'' e outros mimimi. Caramba! É só mais 1 mês. Em Fevereiro ainda vai ser Verão e vocês vão poder ir à praia, dormir até o c* fazer bico e, o melhor de tudo, não terão aulas! Revoltas à parte, o título do post se justifica por uma aula que tive hoje na faculdade, na qual assisti um documentário tão chato que nem vou cometer a crueldade de colocar o título dele aqui. Vocês não precisam assisti-lo. Enfim, curiosamente esse documentário me deu ideias de trechos sobre ele pra escrever. Vou colocá-los aqui.
''A mais linda falta de sentido. Fred Astaire e Cyd Charisse, antes andando de maneira calma, lenta e despretensiosa, começam a dançar maravilhosamente, sem alarde, sem show, sem música alta anunciando o espetáculo.'' Achei esse pedaço do filme bem melhor que muitos musicais contemporâneos.
''As ordens do diretor tornam as coisas tão frias, tão impessoais. Quase cruéis. Não era pra ser um simples documentário com o antigo mordomo da antiga casa. Tudo envolvia memórias de infância, que para mim são sagradas. O outrora menino dócil transformou-se num grosseiro documentarista. Isso está errado.'' Li esse trecho na aula. Gaguejei, o ar faltou, a cadeira ficou desconfortável. Me senti a Hannah da série ''Girls'' (se você, caro leitor, não conhece, dá uma pesquisada ou espera algum post meu sobre ela). As palavras escritas por si mesmo parecem tão lindas no papel, com a entonação perfeita quando lidas pelos olhos. Mas quando lidas em voz alta parecem tão bobas, sem sentido, sem importância, fora de hora, fora do tema da discussão. Enfim, essas palavras, mesmo só digitadas, também devem estar sem sentido e dando vontade de fechar a aba. Não feche. Ou feche, se quiser. Não mando em você, caro leitor. Na verdade, até aconselho que feche a aba e se jogue nas redes sociais, no youtube, etc, porque esse texto vai terminar sem fim.
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